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domingo, 31 de maio de 2015

Adam Levine está mais sexy que nunca no novo clipe do Maroon 5!



O clipe de "This Summer's Gonna Hurt Like A Motherfucker", todo em preto e branco, foi lançado ontem (30) para a alegria geral dos fãs e com certeza gerou o maior reboliço!

Nele, Adam levine, vocalista da banda, aparece livre, leve e solto só de toalha logo nos primeiros segundos do vídeo e depois libera geral ficando completamente nu e mostrando o bumbum pra quem quiser ver, logo mais vemos toda a preparação da banda e todos seus integrantes antes de uma apresentação e os fãs indo ao delírio num show!

Segura essa, Nicki Minaj! 

Lembrando que a música não integra nenhum álbum e foi lançada no meio desse mês e serviu para comemorar a nova turma do Maroon 5!

Curtiram "as costas" do Adam?

quinta-feira, 28 de maio de 2015

#SpotlightDaSemana: Catfish and The Bottlemen!



Um oi para você que não posta há dias porque seu computador está cada vez pior. Após anos e anos nos quais meus ouvidos se sobrecarregaram com muita música, cheguei à conclusão que talvez  meu gênero musical favorito seja aquele que consiga misturar Indie (Porque Emo e Gótica sempre) com algum outro estilo - Rock, pop, alternativo, hip hop, whatever. Pelo menos pra mim soa incrível tal combinação, e o artista desta nublada quinta-feira é para você que também curte esse estilo. E pra você que não curte também, vai aprender a gostar comigo.

Let's go!

Primeiro de tudo eu quero confessar que descobri essa banda ontem, mas gostei tanto, tanto, tanto, que eu preciso que vocês também a conheçam *-*
Vindos diretamente da Inglaterra e com quatro componentes no elenco, a banda é uma mistura do que eu já citei acima (e amo): Indie + Rock + Alternativo aka diferente e  por enquanto só lançou um álbum, em 2014, "The Balcony", com apenas 37 minutos de música - porque quantidade não é qualidade, aprende Madonna - foi ao ar e teve uma aceitação de regular à boa por parte dos críticos (em breve review aqui no blog).

O dito álbum têm onze músicas e três singles, vamos à lista:
  1. Homesick
  2. Kathleen
  3. Cocoon
  4. Fallout
  5. Pacifier
  6. Hourglass
  7. Business
  8. 26
  9. Rango
  10. Sidewinder
  11. Tyrants
PS: Muitas das músicas não chegam a ter 3 minutos, o que eu acho excelente e corajoso ao mesmo tempo.
PS². Todas as músicas só tem uma palavra rs

E vamos às minhas preferidas até o momento, não necessariamente em ordem:

Cocoon:

Aém de ter esse clipe belíssimo, o refrão é pegajoso (quem não ama um refrão pegajoso, Jesus?), amo como a guitarra começa suave junto com o vocalista e "explode" levemente no refrão, fora que a letra é muito da ousada e descreve um rapaz que está apaixonado e foda-se o mundo todo porque ele só quer amar a sua amada. <3

E essa versão acústica é muito amor.


Kathleen:

Uau, hein? Olha que eu não sou muito fã de músicas do tipo "Olha como eu tô morrendo por ele(a)", mas essa aqui me conquistou, o vocalista faz um trabalho ótimo em executá-la com a emoção pedida pela letra e pra mim esse é o destaque dessa música. Se você estiver numa situação dessas, pegue seus lenços e solte sua fúria junto com Van McCann (vocalista).

Homesick

Simplesmente "música para os meus ouvidos", adoro como ela começa lenta e quando você menos espera ela estoura, esse instrumental suave é muito bom e apesar de a letra também fazer a linha "acordei sofredor por aquela garota", estou amando essa música.

E essa foi a minha mais nova descoberta, espero que você a tenha apreciado tanto quanto eu e quem sabe descobriremos juntos mais e mais sobre essa banda, até a próxima da próxima quinta <3

PS³: Fiquem ligados que logo mais teremos a review do 'The Balcony"!







segunda-feira, 25 de maio de 2015

REVIEW: Twenty One Pilots - Blurryface



Twenty One Pilots é uma das bandas mais curiosas da atualidade, com uma mistura de rap e rock interessantíssima e uma qualidade lírica invejável, eles ganharam a atenção do mundo com o terceiro álbum de estúdio, que eles preferem chamar de primeiro, “Vessel”, que marcou uma nova fase da banda e onde estão presentes duas das minhas músicas favoritas de todos os tempos (Sim, de todos os tempos), “Car Radio” e “Migraine”. Agora em 2015 eles vieram com seu quatro (Ou segundo, se preferirem) álbum de estúdio, denominado de “Blurryface”, um personagem que Tyler criou e, de acordo com ele, o quer morto. Tudo no álbum gira em torno da entidade que é Blurryface e a luta entre Tyler e ele. Veja a nossa opinião sobre o álbum:

Heavydirtysoul – A faixa que apresenta – muito bem, diga-se de passagem – o álbum é “Heavydirtysoul”, com sua bateria nervosa e rápidas batidas de breakbeat, além do rap eufórico de Tyler, que começa uma luta de personalidades na sua mente perturbada, pedindo ajuda para que alguém possa salvar sua alma pesada e suja, no ponto mais alto da canção, o grandioso refrão. Começaram o disco com uma das melhores músicas. Nota: 10/10

Stressed Out – No terceiro single do álbum, o clima fica mais calmo, com batidas mais lentas e um clima mais pop com influências de reggae parecidas com o hit “Smile” da Lily Allen. No tranquilo mid-tempo, Tyler canta sobre a saudade que sente da infância e a pressão que é ser adulto. Antes do refrão, somos apresentados a Blurryface, a entidade criada pela banda, dando as caras lentamente. Nota: 9.5/10

Ride – A influência do reggae fica evidente em “Ride”, fortíssima concorrente a melhor canção do álbum, onde Tyler permanece inseguro acerca da vida e das pessoas, mas em uma melodia tão alegre e deliciosa que maquia perfeitamente esse sentimento de medo que a letra carrega. Sem dúvidas uma grande canção. Grande não, enorme, colossal! Uma das melhores da breve carreira de Tyler e Josh, talvez chegando próximo à obra-prima “Car Radio”, do Vessel. Eu não estou mentindo, é só ouvir o refrão (“Oh oh oh, oh oh oh, i’m falling, so i’m taking my time on my ri-i-ide”) que você perceberá que “Ride” é uma das melhores canções de 2015! Nota: 10/10

Fairy Local – “Fairly Local” foi o primeiro contato com “Blurryface” que tivemos, mas não resume toda sonoridade do álbum, já que esta faixa é a mais pesada do álbum, com suas batidas fortemente influenciadas pelo hip-hop flertando até com o dubstep e o trap e uma letra obscura e pessimista que “nunca passará no rádio”. Blurryface volta a aparecer, em um jogo de tom de vozes que evidencia sua presença. Incrível! Nota: 10/10
Tear In My Heart – O segundo single oficial do disco sai da zona de letras pessimistas e traz uma composição sobre o amor, mais precisamente sobre uma garota que vai lhe levar mais alto do que ele já foi. Além da letra deixar explícita a pequena felicidade de Tyler, a melodia meio pop-rock com synths também carrega esse clima alegre. Apesar de aliviar o climão das letras anteriores e mesmo tendo sido single, a faixa não é um dos destaques. Não é ruim, mas não é tão boa quanto o que foi ouvido até agora. Nota: 7.5/10

Lane Boy – Em uma das músicas mais comerciais do álbum, Tyler e Josh vêm criticando a indústria musical atual, que prende o artista e o faz seguir padrões que às vezes não têm nada a ver com sua essência. No entanto, os dois não se rendem e fazem o que querem com sua liberdade artística. Musicalmente, “Lane Boy” é uma das faixas mais ricas da produção, com uma mistura de instrumentos e ritmos variados. Tem rap, reggae, vários tipos de sintetizadores e até uma pitada drum and bass. Nota: 8.5/10

The Judge – Para nos arrebatar com força, “The Judge” já começa com um ukulele apaixonante e tem um refrão delicioso, com direito a um falsete de Tyler, mas a letra não é tão feliz quanto parece. Como na faixa que abre o álbum, aqui ele pede a salvação para alguém que ele chama de juiz, quem, no caso, poderia ser Deus ou até mesmo o próprio Blurryface. É a faixa que já dá para imaginar todo mundo balançando a cabeça e cantando junto nos shows ao vivo. Nota: 9.0/10

Doubt – Os sentimentos esquizofrênicos de Tyler voltaram a aparecer, mas agora a letra pode ser considerada como seu afastamento de Deus, onde ele pede que, mesmo quando as dúvidas apareceram, o provável “juiz” da canção anterior não esqueça dele. Musicalmente, a faixa se aproxima de “Fairly Local”, com um instrumental de trap/hip-hop e sintetizadores obscuros, mas consegue criar sua própria marca e se destacar de muitas outras. Definitivamente um dos pontos mais altos desta impecável obra que é o “Blurryface”. Nota: 10/10

Polarize – A infância de Tyler volta a ser o assunto central da canção, mas agora ele se lamenta, dizendo que de desejaria ter sido um filho e um irmão melhor, uma pessoa melhor e mais corajosa. É mais um estágio dos sentimentos depressivos de Tyler, mas em um instrumental animadinho. Nota: 8.0/10

We Don’t Believe What’s On TV – Seguindo os mesmos passos de “Tear In My Heart”, “We Don’t Believe What’s On TV” tem uma letra bonitinha, que quebra o clima obscuros da anteriores, com Tyler falando novamente sobre o amor, e um instrumental animado, com ukulele e até um trompete tocado por Josh. Nota: 8.0/10

Message Man – Mais uma mistura de pop-rock e reggae que funciona muito bem, em “Message Man”, Tyler avisa o que nós já havíamos percebido, que as letras das músicas da dupla nem sempre são o que parecem (“Essa letra não é para todos, apenas alguns entenderão”) e pede que sejam discretos ao interpretar a mensagem, alegando que não conhecemos seu cérebro e seu coração. É a canção com a composição mais curiosa, não a melhor, mas a mais curiosa. Nota: 8.5/10

Hometown – Em “Hometown”, como o nome já diz, Tyler fala sobre a cidade natal da banda, mas, ao contrário do que você pode pensar (Ou do que o instrumental pop e feliz faz parecer), eles não têm boas lembranças, dizendo que na cidade de onde vieram é escura e que, lá, eles não são ninguém. É evidente que a faixa não tem a pretensão de ser um dos pontos fortes do disco e realmente não é, mas não deixa de ser interessante. Nota: 7.0/10

Not Today – A penúltima faixa do álbum representa o início da derrota de Blurryface, quando Tyler finalmente se sente forte o suficiente para rasgar as cortinas, abrir as janelas e deixar a luz entrar. Com um papel tão importante no conceito do álbum, “Not Today” deveria ser uma faixa mais memorável, musicalmente, mas se limita a um pop-rock sem muitos atrativos. No fim das contas, é covardia dar nota baixa levando em conta a letra e a importância da canção. Nota: 7.0/10

Goner – A música que fecha o álbum representa a derrota definitiva de Blurryface. Aqui Tyler pede ajuda para tirar esse lado ruim de dentro da sua mente, e no fim consegue, se libertando do personagem que sua mente criou. Todos os sentimentos são impressos até mesmo na sonoridade da canção, que começa ao som de um leve piano e os versos cantados com a voz cheia de sofrimento de Tyler, onde ele pede ajuda, e no fim, quando finalmente consegue vencê-lo, a canção cresce e ele passa a cantar em gritos agressivos sobre um grandioso instrumental. Nota: 9.0/10

Resumo geral: “Blurryface” continua no estilo musical que os dois estabeleceram em suas produções, a mistura de rap e rock, mas vai além, adicionando elementos até mesmo de reggae. As letras continuam um ponto fortíssimo da dupla e agora tudo está ainda mais coeso e fundido, tendo como ponto de partida os sentimentos confusos de medo e insegurança que Tyler tem em sua mente perturbada. Durante as 14 músicas do álbum passamos por várias fases da vida dele e conhecemos os seus sentimentos, até mesmo outra personalidade – altamente destrutiva – infiltrada em sua mente, o Blurryface. Tudo segue uma ordem e está interligado. O resultado não poderia ser mais positivo e “Blurryface” consegue um feito que parecia impossível: Superar o álbum antecessor, “Vessel”, que por si só já era uma obra-prima. Ainda não temos uma nova “Car Radio” (Talvez “Ride” seja a que chega mais perto), mas no conjunto geral, o novo disco de Tyler e Josh é melhor. Definitivamente o álbum do ano até agora.

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